Transformando uma webcam em uma câmera infra-vermelho

16 de fevereiro de 2010

 Para os meus testes com o software CCV (Community Core Vision), eu necessitava de uma câmera que capturasse somente infra-vermelho. Procurando na web encontrei artigos que explicam como transformar uma webcam em uma câmera infra-vermelho.

Basicamente é necessário 2 transformações:

  1. Remove o filtro IR presente na webcam;
  2. Colocar outro filtro, que permita a passagem somente de infra-vermelho;

Mostrarei um passo-a-passo de como realizar esta transformação em uma webcam Vtrex 120fps. Fiz em outra webcam também, e os passos são todos iguais. Acredito que o procedimento possa ser realizado em qualquer webcam.

 

1. Remover a tampa da webcam e retirar os parafusos da placa lógica.

Webcam sem a tampa traseira

 

2. Remover a tampa frontal da lente. Basta puxar que ela é encaixada.

 Remover a tampa frontal

 

3. Remover a placa lógica da carcaça frontal. Desenroscar a lente até sair.

 Leds da lente Lente frontal

 

4. Surge o filtro infra-vermelho que deve ser retirado. Geralmente só quebrando.

Filtro IR

 

Eis o que sobrou do filtro IR.

ir quebrado

 

5. Recortar um pedaço de filme de máquina fotográfica que encaixe no lugar o filtro IR.

 Filme negativo

6. Colocar o pedaço de filme de negativo no lugar do filtro IR.

 Filtro filme Filtro filme

7. Remontar a webcam.

 

A partir daí, a webcam só irá capturar imagens em infra-vermelho. A espessura do filme de negativo e se o mesmo é mais escuro ou mais claro vai depender da finalidade do uso da webcam.

No meu caso, quero utilizar leds infra-vermelho apontados diretamente na webcam, por isto o filme deve ser bastante escuro.

Aproveito e mostro um pouco do uso da webcam infra-vermelho nos meus testes com o software CCV.

Leds

Leds IR acionáveis por botão de 1 estado.

Leds acesos

Leds IR acesos (câmeras digitais "enxergam" infra-vermelho)

Leds nos dedos

Leds nos dedos

Leds nos dedos

Leds nos dedos

Software CCV

Software CCV - Community Core Vision

 

 E aqui vai uma palhinha do uso do conjunto: Webcam infra-vermelho + leds + CCV:  

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Análise da webcam VTrex 120fps

16 de fevereiro de 2010

Faz alguns meses que adquiri uma webcam para testar um software de multitoque, o CCV (Community Core Vision), que para seu pleno funcionamento, exigia uma camera de alto FPS.

Procurando pela web, me deparei com o anúncio de uma webcam de 120fps!  Adquiri a mesma pensando que seria a ideal para o meu projeto. Contudo, após testes, percebi que esta câmera é de ATÉ 120fps! Ou seja, ela PODE atingir 120fps dependendo das condições do ambiente e sua luminosidade. Após preparar a câmera para capturar somente infra-vermelho, consegui somente 18fps em média. Um custo muito alto de fps. Além disto, os 120fps só são alcançados com a resolução mais baixa. Quanto maior a resolução, menos FPS.

Isto se deve ao fato de esta câmera possuir o recurso AUTO EXPOSURE (exposição automática), que ajusta automaticamente a qualidade da imagem de acordo com a quantidade de luz do ambiente. Este ajuste automático custa vários FPS, ou seja, para manter a imagem com uma qualidade boa em baixas condições de luminosidade, ela necessita baixar os FPS. Pena que só fui descobrir isto após me deparar com o problema, mas pesquisa é para isto mesmo.

Infelizmente, nesta câmera, não é possível desabilitar este recurso. Nas configurações da câmera no windows a caixa referente à exposição automática fica desabilitada (cinza escuro) e no Linux (sim, esta câmera funciona no Linux), o comando para desabilitar o auto exposure retorna um erro.

Existem outras câmeras que possuem o FPS fixo, e a possibilidade de desabilitar o recurso de exposição automática. Uma delas é a Philips SPC900NC, que possui 90fps, e é utilizada inclusive para observação astronômica.

Mas para quem ainda planeja adquirir esta webcam para uso trivial (videochat, conferência, youtube, etc…) pode ser uma boa opção. Por isto deixo aqui um review e algumas imagens da câmera.

Características:

  • A Webcam possui uma base/clip grande podendo ser apoiada na mesa ou então "clipada" na tela do notebook ou em uma tela de LCD.
  • Possui 4 leds brancos que auxiliam na iluminação do ambiente, ligados através de um interruptor localizado atrás da câmera.
  • Gira 360 graus horizontais em sua base.
  • Funciona em Windows e Linux.
  • O chip da webcam é um SUNPLUS SPCA2000A.
  • Acompanha software de efeitos especiais. Este programa se diz composto de +4000 efeitos especiais. Mas não se engane, este número é alcançado com combinações de efeitos. Por exemplo: olhos + cabelo + fundo + outros efeitos.
  •  Possui microfone embutido.
  • Conexão USB e P2 para o microfone.

 Caixa da Vtrex 120fps

Caixa da "Super Webcam Vtrex".

Conteúdo da caixa

Conteúdo da caixa: Webcam, manual e cd.

Webcam sobre a mesa  Webcam clipada no monitor

Webcam sobre a mesa e "clipada" no monitor LCD com os leds acesos.

Conectors USB e P2

Conectores USB e P2 do microfone.

Placa lógica e CHIP SUNPLUS

Placa lógica e chip SUNPLUS SPCA2000A.

AMCAP Windows 50fps

Funcionamento no Windows a 50.1 FPS em 640×480.

Funcionamento no Linux a 47 fps

Funcionamento no Linux a 47 FPS em 640×480.

Conclusão:

É uma boa câmera para videochat, conferência e pequenos vídeos, mas não serve para obter altos FPS a baixas luminosidades.

 

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Dica rápida: remover o Grub instalado indevidamente na partição windows

20 de setembro de 2009

Em sistemas dual boot, com windows e linux instalados no mesmo computador, pode ocorrer uma distração na hora de configurar o grub e instalar na partição do windows. Por exemplo, instalar no /dev/sda3 (no meu caso) ao invés de /dev/sda.

Isto ocorreu comigo estes dias, quando eu configurava o menu.lst, e após rodar o comando grub-install eu coloquei /dev/sda3 ao invés de /dev/sda. Resultado: o grub ficou instalado na partição do windows, impedindo de inicializá-lo.

Uma maneira rápida de remover o grub da partição do windows é utilizar o comando dd da seguinte forma:

# dd if=/dev/null of=/dev/sdX bs=446 count=1

 Onde X é a partição do windows.

No meu caso, a partição do windows é /dev/sda3, conforme resultado do fdisk -l:

Dispositivo Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/sda1               1       26134   209921323+  83  Linux
/dev/sda2           26135       26593     3686917+  82  Linux swap / Solaris
/dev/sda3   *       26594       30401    30587760    7  HPFS ou NTFS

 
Dica retirada de: http://blogs.koolwal.net/2009/06/08/howto-how-to-erase-un-install-grub-from-mbr-to-restore-windowsdos-bootloader/

 

Atualização de 16/02/2010:

- Quando a versão do Windows instalado for a XP, pode-se utilizar o cd de instalação do Windows para remover o Grub. Logo após o boot pelo CD deve-se escolher a opção referente à "recuperação", apertando F8. No prompt de comando deve-se digitar FDISK /MBR, que o Grub será removido.

O Rafael também deixou uma dica no dia 16/02/2010, quando ele quis remover o Grub instalado indevidamente na partição do Windows 7. Ele possuía mais de um HD no computador e teve de desconectar um deles para que o procedimento funcionasse. Veja mais abaixo nos comentários qual foi a dica dele.

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FISL X - Décimo Fórum Internacional de Software Livre

22 de agosto de 2009

Após dois meses do Décimo Fórum Internacional de Software Livre, alguns upgrades de hardware, reinstalações de sistema operacional e backups pra todo lado, enfim encontrei algum tempo para atualizar o blog.

O assunto é FISL X - Décimo Fórum Internacional de Software Livre, que ocorreu na data de 24 a 27 de julho no centro de eventos da PUC-RS.

Para quem não conhece, o FISL - Fórum Internacional de Software Livre é um evento anual que este ano comemorou sua décima edição. O objetivo do fórum é reunir em um local todos aqueles que contribuem de alguma maneira para a comunidade de software livre, seja com desenvolvimento de software, dicas, publicações e até mesmo hardware. O site do evento é http://www.fisl.org.br.

A atração principal do FISL são as palestras, divididas em temas e que ocorrem concomitantemente com mais ou menos uma hora de duração cada uma. Ao total foram cerca de 300 palestras abrangendo os mais diversos assuntos: segurança, programação, administração de sistemas e outros. Os apresentadores das palestras vão desde pequenos usuários (mas com grandes idéias) até grandes empresas, como SUN, Banco do Brasil, Caixa e Petrobras.

Falando em grandes empresas, este ano o fórum contou com a participação da Globo.com. Não sei a respeito dos outros, mas a mim surpreendeu muito. Surpreendeu no sentido de descobrir o quanto que eles utilizam de software livre, e o quanto eles contribuem para as comunidades.

Foram quatro dias de muita movimentação, gente pra todo lado, pois quando uma palestra acabava, tinha-se que andar rápido para entrar em outra e não correr o risco de encontrar a sala lotada e ficar do lado de fora. Sim, apesar das salas serem grandes, algumas palestras lotavam.

Além das personalidades esperadas para o evento, como John Mad Dog Hall e Richard Stallmann, outra figura esperada foi Peter Sunde, um dos fundadores do site de compartilhamento de bittorrent Pirate Bay, condenado junto com os outros fundadores a 2 anos de prisão, mas que ainda aguardavam recurso.

Dos pontos negativos, posso citar a época em que foi realizado, pois no mês de julho já faz bastante frio aqui no sul. Nos outros anos ocorreu em meses mais quentes. Haviam muitas palestras boas ocorrendo ao mesmo tempo, deixando muita gente na dúvida sobre qual palestra participar.

Outro ponto negativo foi em relação à rede WiFi pública do evento. Era muito difícil conseguir uma conexão, o máximo que consegui foi enviar alguns Tweets para o Twitter. Segundo a organização do evento, o problema de conexão era devido à grande quantidade de access points de expositores e também de pessoas que ativavam o WiFi dos seus notebooks com o mesmo SSID da rede pública, talvez por desconhecimento (acho improvável) ou para sacanear os outros.

O cansaço e o frio não deixaram eu ficar até o final, mas com certeza todo o tempo que participei foi bem aproveitado. Consegui até tirar uma foto com Richard Stallmann em uma sessão de fotos. No fórum anterior a foto foi com John Mad Dog Hall

 

John Mad Dog Hall FISL9Richard Stallmann

John MadDog Hall no Fisl 9.0                                       Richard Stallmann no Fisl X  

Um abraço a todos e até o próximo FISL.

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Microfone interno no Palm TX

16 de junho de 2009

Uma das reclamações dos proprietários de Palm TX é a ausência de um microfone para gravação de notas, reuniões e palestras.
 
Porque será que a Palm não colocou um item tão básico e simples? Ou melhor, por que ela TIROU este item, visto que versões anteriores possuem esta facilidade? Numa visão capitalista, eu diria que é para vender acessórios, pois existem microfones externos que se acoplam no "conector universal" do Palm.
 
Por um tempo cogitei em comprar um microfone externo. Contudo, encontrei algumas desvantagens: 

  • Ter que carregar o microfone em separado.
  • Não dá para deixar o microfone o tempo todo conectado, pois impede o uso de capas de proteção e carteiras, além de ter que desconectar o microfone para ligar o cabo de sincronismo.
  • Fica feio, pois parece um caroço.

Além do microfone externo, algumas pessoas descobriram que é possível instalar um microfone internamente soldando os fios em pontos específicos.

Depois da experiência que tive em trocar a tela digitalizadora do Palm e ver algumas dicas na internet, resolvi instalar o microfone interno.
 
Segui o passo-a-passo deste site (http://www.dominik.chmaj.net/mic/index2.php), e com um pouco de paciência, instalei o microfone sem muita dificuldade.
 
A imagem abaixo mostra como ficou a instalação interna:

 
Consegui o microfone de um MP3 de 512mb que estava guardado e eu não utilizava mais. O tamanho é ideal e cabe perfeitamente no pouco espaço que tem dentro do Palm.
 
Para fios usei um pedaço de fio de telefone:

  • O fio branco (mic signal +) fica conectado no primeiro pino do conector (não o pino que fica sozinho). Como é o primeiro pino não é muito difícil soldar.
  • O fio azul (terra) ficou conectado no parafuso que prende o conector, que fica parafusado na placa metalica.Esta dica peguei deste vídeo no Youtube.

Coloquei ainda uma fita isolante por cima dos fios e do microfone, pois eles ficam bem embaixo da bateria. Fiz também um furo bem pequeno na carcaça com o ferro de solda para facillitar a passagem do som.
 
O próximo passo é testar algum recurso de voip no palm, como o Articulation.
 
Referências
 

 

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Gerson Diesel Palm

Troca da tela digitalizadora do Palm TX

28 de maio de 2009

Esta semana arrisquei: troquei a tela digitalizadora do meu Palm TX!

Há tempos a tela original do meu Palm estava apresentando o conhecido problema de calibragem. No começo consegui contornar o problema com o PowerDigi do Dmitry, mas com o tempo o problema foi se agravando e não tinha mais jeito. Só trocando a tela.

Algumas assistências técnicas de Palm trocam por uma tela digitalizadora de plástico genérica. Experimentei uma e não gostei, pois elas são flexíveis demais (afundam com a stylus) e criam bolhas de gel (ou óleo) entre as camadas, ficando com a aparência manchada.

Descobri em alguns fóruns que existe à venda telas digitalizadoras de vidro, e que seriam muito superiores em qualidade. A Palm no começo fabricava seus dispositivos com este tipo de tela, mas devido a vários acidentes (palm no bolso de trás da calça, etc), muitas telas acabavam se quebrando, então resolveram fazer uma tela de acrílico, mais difícil de quebrar.

Pois bem, após ler muito sobre a tal tela digitalizadora de vidro, instruções e vídeos de como trocá-la, acabei comprando uma do site Pda parts.

O produto chegou bem embalado, em uma caixa protegida com "bolinhas" de isopor.

Fiz a troca e me surpreendi. A tela possui uma qualidade incrível, e a sensibilidade com a stylus muito superior inclusive comparada à original. Aproveitei e a protegi com uma película antireflexiva. E aqui vai uma dica: Se a stylus não deslizar muito bem, passe uma camada bem fina de creme hidratante, e espalhe bem com um lenço seco.

Vou deixar os vídeos mostrando como abrir o Palm TX e como trocar a tela:

Não é necessário ser um técnico para fazer o reparo. Quem está acostumado a montar e desmontar o seu computador, consegue trocar a tela numa boa. A pior parte é manter longe os fiapos de pó que insistem em pousar no LDC e na tela antes de colocar a película.

 

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Erro de segfault ao utilizar arquivo pam_mount.conf.xml de usuário

11 de maio de 2009

O libpam-mount permite que o usuário monte as unidades de rede ao fazer o login, tanto no terminal quando no modo gráfico. Não irei explicar como configurar o serviço ou o arquivo pam_mount.conf.xml, pois uma busca simples no Google fornece vários sites ensinando como fazer isto. Descreverei, portanto, sobre um problema encontrado na versão Lenny (estável) do Debian, e sua solução. Ao utilizar as configurações do arquivo pam_mount.conf.xml do usuário para montar um volume do tipo CIFS, ocorria o seguinte erro no login do usuário:

segfault at 0 ip b7ec29c8 sp bfadf9dc error 4 in libc-2.7.so[b7e50000+13d000]

…e não deixava o usuário completar o login. A versão do libpam-mount que está no repositório do Debian Lenny é a 0.44-1+lenny3, e para corrigir o problema, é necessário utilizar uma versão mais recente do libpam-mount. Não encontrei uma versão compilada para Lenny, mesmo nos backports. Decidi então baixar os fontes de uma versão mais atual e compilar. Utilizei a versão 1.10 disponível nos repositórios do debian (sid ou squeeze). Baixei o arquivo tar.gz, descompactei e executei o comando

./configure --prefix=/usr

Como dependência, precisei instalar o pacote libhx-dev e libssl-dev (do Lenny mesmo). Após isto, foi só executar make; make install. A partir daí não ocorreu mais erro de segfault. Acredito que este problema foi encontrado por poucas pessoas, pois não encontrei nenhuma solução na Internet, somente as reclamações do erro. Fica aí, portanto, uma solução para este problema.

 

Correção em 05/09/2009:

  • É necessário a versão 2.2 da libHX. A versão do lenny é a 1.18. A versão 2.2 está disponível na página do projeto libHX no Sourceforge. Basta baixar o source da versão 2.2 e compilar sem problemas.
  • Também é necessário o pacote libpam0g-dev, mas este está no repositório padrão do Debian.
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Restringir a pesquisa do Samba/Winbind em domínios locais

11 de maio de 2009

Quando se utiliza o Samba/Winbind para autenticar usuários no AD em ambientes com uma floresta muito grande, a pesquisa pode demorar muito tempo, causando lentidão no serviço e reclamação por parte dos usuários.

Encontrei este cenário na empresa onde trabalho: Quando um usuário quer acessar uma pasta compartilhada em um servidor samba, este servidor procura as credenciais deste usuário em todos os AD’s que possuem relação de confiança na rede inteira, ao invés de procurar somente no servidor AD do domínio que o usuário está cadastrado. Algumas vezes leva mais de um minuto para o usuário acessar o serviço de rede, causando frustração.

Obs.: O comando wbinfo -m lista todos os domínios que possuem relação de confiança na rede.

Quando utilizado o comando wbinfo -u para listar os usuários, aparece uma lista de todos os usuários de todos os domínios da rede. O mesmo acontece para listar os grupos (wbinfo -u).

O desejado é que o winbind busque as credenciais do usuário somente no AD do domínio no qual ele está cadastrado.

Procurei duas possíveis formas de corrigir o problema:

  1. Colocar o AD do domínio do usuário como primeiro na lista de pesquisa
  2. Restringir o domínio de busca.

A primeira opção não trouxe nenhum resultado satisfatório na web, nem nos arquivos de configuração do samba.

Contudo, uma opção no smb.conf chamava a atenção: a opção allow trusted domains. Segundo o man do smb.conf, esta opção serve para restringir a busca pelo usuário somente no domínio onde o serviço está rodando. Por padrão, esta opção é marcada como yes. Contudo, quando configurado para no, nada acontecia, e o comando wbinfo -m continuava listando todos os domínios.

Fazendo mais buscas, encontrei em alguns fórums que a opção allow trusted domains não fazia efeito em algumas versões do Samba.

O servidor da empresa possui instalado a distribuição Centos 5, com a versão 3.0.23 do Samba. Não gosto de utilizar pacotes fora do repositório oficial da distribuição, para não “quebrar” a distribuição e provocar algum “conflito” de pacotes.

Tive duas opções: baixar o fonte do samba e compilar ou então procurar algum repositório com binários do samba atualizados para o Centos 5.

Por uma felicidade, encontrei o repositório SerNet Samba, com binários atualizados do Samba, na versão 3.2.28.

Inseri o repositório na configuração do yum, removi a versão atual do Samba (importante), e instalei a versão do SerNet com suas dependências.

Após iniciar o serviço Samba e Winbind, o comando wbinfo -m passou a listar somente o domínio no qual o servidor estava instalado e configurado, e os comandos wbinfo -u e wbinfo -g retornavam somente os usuários e grupos do domínio local. Os problemas de lentidão acabaram!

Conclusão

Se alguma opção em algum arquivo de configuração não funciona, procure a versão mais atual do programa. Para facilitar a vida do técnico, procure repositórios com pacotes já compilados para sua distribuição, e deixe os gerenciadores tipo Yum e Apt-get fazer o trabalho de resolver e baixar as dependências.

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Análise do preço cobrado pelo SMS

17 de abril de 2009

Um dia desses eu estive pensando a respeito do valor cobrado pela mensagem SMS nos celulares, e resolvi fazer uma comparação com o valor cobrado por um plano de pacote de dados.

Após fazer os cálculos, chegamos à conclusão que o valor de R$0,30 cobrado por uma mensagem de SMS é um absurdo! Eu posso estar viajando na maionese, e se alguém quiser opinar a respeito e provar o contrário, por favor, sinta-se à vontade.

Vamos aos cálculos: Cada mensagem de SMS suporta 160 caracteres, o que equivale a 160 bytes. Tendo: 160bytes = R$0,30, quando custa 1megabyte de SMS? Fazendo uma regra de 3 simples,

 

0,30 - 160 bytes -> 1 mensagem de SMS equivale a 160 Bytes
  x  -  1.048.576 bytes -> equivalente a 1 megabyte 

160x = 1.048.576 x 0,30
160x = 314.572,80
   x = 314.572,80 / 160
   x = 1.966,08

 

Ou seja, 1 megabyte de SMS custa o equivalente a R$1.966,5 Qual é o plano de pacote de dados que cobra um valor destes? Será que o valor de manutenção dos equipamentos envolvidos em um processo de SMS é tão alto? Comparando ainda com um pacote de dados, um pacote 3G de 1Gb custa em torno de R$90,00. 1GB de SMS custa o absurdo valor de R$2.013.265,92 (isto mesmo, dois milhões de reais). Repito, se alguém souber que estou equivocado, por favor deixe seu comentário.

Um abraço!

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Carregador usb de celular nokia feito em casa

1 de abril de 2009

Possuo um celular Nokia 5310 ExpressMusic, e uma das coisas que eu gostava nos celulares na Motorola que não tem nos Nokia é a possibilidade de carregar a bateria do celular plugando-o na USB do computador.

Procurando por uma alternativa na Internet, encontrei alguns sites mostrando como fazer um carregador de bateria de celular Nokia através da USB do computador, pois ambos carregador e USB liberam a mesma voltagem e amperagem. Um recarregador USB específico e original da Nokia custa em torno de R$60,00. Achei muito caro e resolvi fazer um recarregador.

Cabo usb eu já tinha uns sobrando em casa. Me faltava um carregador Nokia para pegar o plugue que conecta no celular. Por sorte, um dia uma colega do trabalho trouxe um carregador que o sobrinho tinha arrebentado o cabo sem querer(!).

Como ela conseguiu comprar um carregador sobressalente de um colega, fiquei com o carregador arrebentado.

Não vou explicar como se faz o cabo, mas indico o site onde eu me guiei, com instruções e imagens: http://www.mmcforums.net/forum/Home-Nokia-Usb-Charger-t14971.html

Uma particularidade: o celular não avisa quando está totalmente carregado, fica mostrando que está carregando indefinidamente. Eu utilizo somente em caso de emergência.

Obs.: Não me responsabilizo por qualquer dano que possa causar no celular.

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Easy AdSenser by Unreal