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Como instalar o driver ATI Catalyst 10.4 no Debian com Kernel 2.6.33

29 de abril de 2010

Depois de meses de espera no dia 28 de abril de 2010 foi oficialmente lançado o driver para as placas de video ATI Catalyst versão 10.4 com suporte ao Xorg 7.5 em virtude do lançamento do Ubuntu 10.04 AKA Lucid.

Contudo esta versão não funciona com kernel 2.6.33, mas esta lista de bugs do gentoo tem um patch que permite a compilação sem problemas.

Basicamente os erros são estes:

- No arquivo /usr/share/ati/fglrx-install.log:

cd /var/lib/dkms/fglrx/8.723/build; sh make.sh --nohints \
   --uname_r=2.6.33.2-diesel-amd64-1 --norootcheck....(bad exit status: 1)
0
0
[Error] Kernel Module : Failed to build fglrx-8.723 with DKMS
[Error] Kernel Module : Removing fglrx-8.723 from DKMS

- O arquivo /var/lib/dkms/fglrx/8.723/build/make.log apresenta os erros:

firegl_public.c:1473: error: variable or field ‘__ret’ declared void
firegl_public.c:1473: error: variable or field ‘__old’ declared void
firegl_public.c:1473: error: variable or field ‘__new’ declared void
make[2]: ** [/var/lib/dkms/fglrx/8.721/build/2.6.x/firegl_public.o] Erro 1
make[1]: ** [_module_/var/lib/dkms/fglrx/8.721/build/2.6.x] Erro 2
make[1]: Saindo do diretório `/usr/src/linux-2.6.33.2'

 

Passos para a instalação 

 

Estes passo foram realizados utilizando um kernel versão 2.6.33.2 amd64 em um Debian Squeeze para uma Radeon Mobility HD 3200

1. Baixar o arquivo ati-driver-installer-10-4-x86.x86_64.run de http://support.amd.com

2. Tornar o arquivo executável:

#chmod 755 ati-driver-installer-10-4-x86.x86_64.run

3. Extrair os arquivos de instalação para a pasta ati-installer (ou outra qualquer)

./ati-driver-installer-10-4-x86.x86_64.run --extract ati-installer

4. Baixar o arquivo 2.6.33-10.2-fix_compilation.patch e copiar para a pasta ati-installer/common/lib/modules/fglrx/build_mod

5. Ir para a pasta ati-installer/common/lib/modules/fglrx/build_mod e aplicar o patch:

#patch -p6 < 2.6.33-10.2-fix_compilation.patch

6. O compilador tenta localizar os arquivos utsrelease.h e autoconf.h na pasta /lib/modules/<kernel-version>/build/include/linux/, por isto é necessário copiar estes arquivos da pasta /usr/src/<kernel-source>/include/generated/ ou criar um link simbólico. No meu caso eu criei um link simbólico:

#ln -s /usr/src/linux-2.6.33.2/include/generated/utsrelease.h \
      /lib/modules/2.6.33.2-diesel-amd64-1/build/include/linux/
#ln -s /usr/src/linux-2.6.33.2/include/generated/autoconf.h \
     /lib/modules/2.6.33.2-diesel-amd64-1/build/include/linux/

7. Executar o instalador na pasta ati-installer:

./ati-installer.sh nada –install

Se estiver no modo gráfico, aparecerá a janela de instalação, e na janela do console não deverá aparecer nenhum erro.

O arquivo /usr/share/ati/fglrx-install.log deve se parecer com este:

Creating symlink /var/lib/dkms/fglrx/8.723/source ->
                 /usr/src/fglrx-8.723

DKMS: add Completed.

Kernel preparation unnecessary for this kernel.  Skipping...

Building module:
cleaning build area....
cd /var/lib/dkms/fglrx/8.723/build; sh make.sh --nohints --uname_r=2.6.33.2-diesel-amd64-1 --norootcheck.......
cleaning build area....

DKMS: build Completed.

fglrx.ko:
Running module version sanity check.
 - Original module
   - No original module exists within this kernel
 - Installation
   - Installing to /lib/modules/2.6.33.2-diesel-amd64-1/updates/dkms/

depmod....

DKMS: install Completed.

8. Modificar o arquivo /etc/X11/Xorg.conf manualmente ou com o comando:

#aticonfig --initial -f

Eu uso um notebook e um monitor externo, então o meu arquivo /etc/X11/xorg.conf está assim:

# xorg.conf (X.Org X Window System server configuration file)
#
# This file was generated by dexconf, the Debian X Configuration tool, using
# values from the debconf database.
#
# Edit this file with caution, and see the xorg.conf manual page.
# (Type "man xorg.conf" at the shell prompt.)
#
# This file is automatically updated on xserver-xorg package upgrades *only*
# if it has not been modified since the last upgrade of the xserver-xorg
# package.
#
# If you have edited this file but would like it to be automatically updated
# again, run the following command:
#   sudo dpkg-reconfigure -phigh xserver-xorg

Section "ServerLayout"
	Identifier     "aticonfig Layout"
	Screen      0  "aticonfig-Screen[0]-0" 0 0
EndSection

Section "Files"
EndSection

Section "Module"
EndSection

Section "ServerFlags"
	Option	    "Xinerama" "off"
EndSection

Section "InputDevice"
	Identifier  "Generic Keyboard"
	Driver      "kbd"
	Option	    "XkbRules" "xorg"
	Option	    "XkbModel" "abnt2"
	Option	    "XkbLayout" "br"
	Option	    "XkbVariant" "abnt2"
EndSection

Section "InputDevice"
	Identifier  "Configured Mouse"
	Driver      "mouse"
EndSection

Section "Monitor"
	Identifier   "Configured Monitor"
EndSection

Section "Monitor"
	Identifier   "aticonfig-Monitor[0]-0"
	Option	    "VendorName" "ATI Proprietary Driver"
	Option	    "ModelName" "Generic Autodetecting Monitor"
	Option	    "DPMS" "true"
EndSection

Section "Device"
	Identifier  "Configured Video Device"
EndSection

Section "Device"
	Identifier  "aticonfig-Device[0]-0"
	Driver      "fglrx"
	Option	    "MonitorLayout" "CRT1,LCD"
	BusID       "PCI:1:5:0"
EndSection

Section "Screen"
	Identifier "Default Screen"
	Monitor    "Configured Monitor"
EndSection

Section "Screen"
	Identifier "aticonfig-Screen[0]-0"
	Device     "aticonfig-Device[0]-0"
	Monitor    "aticonfig-Monitor[0]-0"
	DefaultDepth     24
	SubSection "Display"

 # x y resolution of both screens!
		Viewport   0 0
		Virtual   2720 900
		Depth     24
	EndSubSection
EndSection

9. Reiniciar o computador e está feito.

Boa sorte!

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Monitorando a temperatura do CPD com Digitemp

28 de abril de 2010

Em CPD's com muitos servidores existe a necessidade de constante refrigeração da sala de equipamentos, visto que eles produzem grande quantidade de calor.

Como qualquer outro equipamento, o sistema de refrigeração também podem apresentar problemas, deixando de refrigerar a sala de servidores, o que pode ocasionar o superaquecimento dos mesmos levando-os a falhar e deixar de prestar os serviços de um CPD.

Para estes casos é necessário estar prevenido com, no mínimo, um sistema de controle de temperatura da sala, para que sejam tomadas as providências antes do superaquecimento. Com um sistema de controle também é possível fazer o levantamento estatístico e histórico das falhas de refrigeração, para verificar se é necessário melhorias ou exigir da empresa terceirizada melhor qualidade no serviço de refrigeração.

Em tempos de recessão, programas de redução de custos, e demora na compra de equipamentos novos, fica inviável solicitar à empresa a compra de um sistema monitor de temperatura de ambientes. Nestas horas é necessário se utilizar da criatividade e procurar soluções alternativas.

Nestas condições a Internet é a nossa principal fonte de informação e pesquisa, e o Software Livre a solução para a maioria dos problemas envolvendo custos.

Sensor Dallas DS1820Muitos sites dão informações completas de como construir um sistema de monitoramento de temperatura baseado no sensor Dallas DS18S20  e um software chamado DIGITEMP, e tentarei aqui reproduzir algumas destas informações e instruções de como montar este sistema.

O DIGITEMP é um software desenvolvido para Linux que se comunica com o sensor de temperatura Dallas DS18S20 através da porta serial do computador. Para fazer esta comunicação, é necessário uma interface, que pode ser construída com poucos componentes.

 

Construindo o sensor

 

Existem vários modos de construir a interface, variando de acordo com a distância do cabo e a forma de energizar o circuito. A forma mais simples é o modo parasita, em que a energização do componente se dá através da linha de dados da porta serial.

Para construir a interface serial são necessários os seguintes componentes:

Componentes

A 1 Conector DB9 fêmea com capa
B 1 Placa fenolite de tamanho suficiente para acoplar na capa do conector DB9
C 1 Conector RCA macho
D 1 Conector RCA fêmea
E 1 Resistor 1K5 - 1/4W 
F 1 Sensor Dallas DS18S20
G 1 Diodo Zener 3V9 - 1/4W
H 1 Diodo Zener 6V2 - 1/4W 
I 2 Diodos 1N5819 - 1/4W de alta velocidade

Para o cabo foi utilizado um cabo telefônico comun de duas vias.

Os componentes devem ser montados conforme o esquema abaixo:

Circuito

No modo parasita, é necessário unir os pinos GND e Vdd. Os números no lado da porta serial representam os pinos do conector DB9.

É possível utilizar vários sensores em paralelo, pois cada componente utiliza um identificador único de 64bits, formando um barramento chamada 1-Wire Bus. O esquema abaixo representa vários sensores ligados em paralelo:

Circuito com vários sensores

Antes de soldar os componentes na placa, é interessante montá-los em uma protoboard:

Protoboard

Para montar os componentes na placa, peguei a dica no site Pontas da Madrugada. O desenho na placa de fenolite ficou assim:

Desenho na placa de fenolite

Após soldar os componentes na placa e encaixá-lo no conector DB9, o resultado ficou assim:

Componentes soldados

Componentes soldados lado solda

A solda não ficou esteticamente perfeita, mas o mais importante é não ter nenhum curto-circuito e nenhuma solda fria. O conector RCA fêmea teve que ser reduzido para caber na capa do DB9. A parte externa do conector RCA ficou como GND, e a parte interna, os dados.

O sensor foi soldado em uma extremidade do cabo, e na outra, o conector RCA macho:

Sensor soldado no cabo  Conector RCA soldado no cabo

O resultado final ficou assim:

Kit completo

 

Software para comunicação com o sensor

 

O Digitemp pode ser baixado do site http://www.digitemp.com ou do repositório oficial da distribuição. No debian pode ser baixado com o comando:

#apt-get install digitemp

O próximo passo é criar o arquivo de configuração com o identificador do sensor:

#digitemp_ds9097 -s /dev/ttyUSB0 -i
DigiTemp v3.5.0 Copyright 1996-2007 by Brian C. Lane
GNU Public License v2.0 - http://www.digitemp.com
Turning off all DS2409 Couplers
.
Searching the 1-Wire LAN
10F2EFF0010800FE : DS1820/DS18S20/DS1920 Temperature Sensor
ROM #0 : 10F2EFF0010800FE
Wrote .digitemprc

Para obter a temperatura do sensor usa-se o comando:

#digitemp_ds9097 -t0 -c .digitemprc
DigiTemp v3.5.0 Copyright 1996-2007 by Brian C. Lane
GNU Public License v2.0 - http://www.digitemp.com
Apr 27 22:33:02 Sensor 0 C: 24.25 F: 75.65

 

Traçando gráficos de acompanhamento

 

O pacote do Digitemp fornece alguns scripts para gerar gráficos armazenados em um banco de dados RRD. Utilizando vários sensores pode-se conseguir um resultado como este:

Gráfico RRD

Note que no gráfico os valores estão em Fahrenheit (F), mas pode-se configurar o Digitemp para exibir em Celcius (C).

O Nagios possui alguns plugins para o monitoramento de temperatura, como o check_temperature e o check_digitemp

 

Dificuldades e problemas

 

Para desenvolver este projeto encontrei algumas dificuldades. A primeira delas foi encontrar o sensor Dallas DS18S20 em lojas de eletrônica. As principais lojas em Porto Alegre (Severo Roth, RF, etc) nem sequer tinham este componente no cadastro, ou seja, nunca foi vendido por eles.

Segui a dica de um colega de trabalho (obrigado Ronaldo!) e entrei no site do fabricante Maxim (http://www.maxim-ic.com/) e solicite algumas amostras. Recebi-as em 30 dias. Obrigado Maxim!

Importante: Todos os sites indicavam o sensor DS1820, mas segundo a Maxim ele foi substituido pelo DS18S20, e o que eu recebi foi o DS18S20+, que funcionou perfeitamente.

DS18S20+

A segunda e maior dificuldade foi: O sistema não funcionou no primeiro teste. Nenhuma mensagem de erro era apresentado. Simplesmente o sensor não era lido. Tira componente, testa componente, baixa código fonte, compila código fonte… Muitos sites na internet informam que os notebooks não fornecem a carga necessária de energia na serial para alimentar o sensor, e quase nenhum informa sobre o funcionamento com um adaptador USB-Serial que, no meu caso, tive que utilizar, pois o notebook não tem porta serial. Testei inclusive com uma placa ExpressCard RS232. Nada funcionava. Verifiquei que existem outras formas de construir a interface serial, com componentes extras para gerar alimentação para o circuito, mas não os construí, pois não tinha nenhum desses outros componentes.

Por sorte, testando os componentes na protoboard tive uma surpresa. Notei que quando o pino RXD era plugado na protoboard uns 2 segundo após rodar o programa digitemp, ele conseguia ler os dados. Ótimo sinal!

Após verificar o código-fonte, e incluir uma porção de mensagens de debug, notei que o problema acontecia na inicialização da porta serial, talvez por eu estar utilizando um adaptador USB-Serial.

Procurando novamente por uma solução, encontrei no site http://www.felskowski.pl/ uma correção para um problema de inicialização da porta serial. Testei-o e funcionou. O patch de correção é o seguinte:

--- digitemp-3.6.0.old/userial/ds9097/linuxses.c        2007-06-07 23:25:58.000000000 +0200
+++ digitemp-3.6.0/userial/ds9097/linuxses.c    2009-12-24 04:27:25.000000000 +0100
@@ -55,7 +55,7 @@
SMALLINT owAcquire(int portnum, char *port_zstr)
{
/* Open the serial port */
-   if ((fd[portnum] = open(port_zstr, O_RDWR)) == -1)
+   if ((fd[portnum] = open(port_zstr, O_RDWR|O_NONBLOCK)) == -1)
{
OWERROR(OWERROR_GET_SYSTEM_RESOURCE_FAILED);
perror("owAcquire: failed to open device");

A diretiva 0_NONBLOCK instrui o programa para não ler absolutamente nada da porta serial após abrí-la, como teste de abertura.

 

Informações extras

 

Como informado antes, utilizei um adaptador USB-Serial PL2303 e um cartão ExpressCard RS232 também por coincidência PL2303. Ambos forneciam a porta /dev/ttyUSB0.

 

Referências

 

Muitas sites foram consultados para este projeto. Relaciono-os abaixo:

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Transformando uma webcam em uma câmera infra-vermelho

16 de fevereiro de 2010

 Para os meus testes com o software CCV (Community Core Vision), eu necessitava de uma câmera que capturasse somente infra-vermelho. Procurando na web encontrei artigos que explicam como transformar uma webcam em uma câmera infra-vermelho.

Basicamente é necessário 2 transformações:

  1. Remove o filtro IR presente na webcam;
  2. Colocar outro filtro, que permita a passagem somente de infra-vermelho;

Mostrarei um passo-a-passo de como realizar esta transformação em uma webcam Vtrex 120fps. Fiz em outra webcam também, e os passos são todos iguais. Acredito que o procedimento possa ser realizado em qualquer webcam.

 

1. Remover a tampa da webcam e retirar os parafusos da placa lógica.

Webcam sem a tampa traseira

 

2. Remover a tampa frontal da lente. Basta puxar que ela é encaixada.

 Remover a tampa frontal

 

3. Remover a placa lógica da carcaça frontal. Desenroscar a lente até sair.

 Leds da lente Lente frontal

 

4. Surge o filtro infra-vermelho que deve ser retirado. Geralmente só quebrando.

Filtro IR

 

Eis o que sobrou do filtro IR.

ir quebrado

 

5. Recortar um pedaço de filme de máquina fotográfica que encaixe no lugar do filtro IR.

 Filme negativo

6. Colocar o pedaço de filme de negativo no lugar do filtro IR.

 Filtro filme Filtro filme

7. Remontar a webcam.

 

A partir daí, a webcam só irá capturar imagens em infra-vermelho. A espessura do filme de negativo e se o mesmo é mais escuro ou mais claro vai depender da finalidade do uso da webcam.

No meu caso, quero utilizar leds infra-vermelho apontados diretamente na webcam, por isto o filme deve ser bastante escuro.

Aproveito e mostro um pouco do uso da webcam infra-vermelho nos meus testes com o software CCV.

Leds

Leds IR acionáveis por botão de 1 estado.

Leds acesos

Leds IR acesos (câmeras digitais "enxergam" infra-vermelho)

Leds nos dedos

Leds nos dedos

Leds nos dedos

Leds nos dedos

Software CCV

Software CCV - Community Core Vision

 

 E aqui vai uma palhinha do uso do conjunto: Webcam infra-vermelho + leds + CCV:  

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Análise da webcam VTrex 120fps

16 de fevereiro de 2010

Faz alguns meses que adquiri uma webcam para testar um software de multitoque, o CCV (Community Core Vision), que para seu pleno funcionamento, exigia uma camera de alto FPS.

Procurando pela web, me deparei com o anúncio de uma webcam de 120fps!  Adquiri a mesma pensando que seria a ideal para o meu projeto. Contudo, após testes, percebi que esta câmera é de ATÉ 120fps! Ou seja, ela PODE atingir 120fps dependendo das condições do ambiente e sua luminosidade. Após preparar a câmera para capturar somente infra-vermelho, consegui somente 18fps em média. Um custo muito alto de fps. Além disto, os 120fps só são alcançados com a resolução mais baixa. Quanto maior a resolução, menos FPS.

Isto se deve ao fato de esta câmera possuir o recurso AUTO EXPOSURE (exposição automática), que ajusta automaticamente a qualidade da imagem de acordo com a quantidade de luz do ambiente. Este ajuste automático custa vários FPS, ou seja, para manter a imagem com uma qualidade boa em baixas condições de luminosidade, ela necessita baixar os FPS. Pena que só fui descobrir isto após me deparar com o problema, mas pesquisa é para isto mesmo.

Infelizmente, nesta câmera, não é possível desabilitar este recurso. Nas configurações da câmera no windows a caixa referente à exposição automática fica desabilitada (cinza escuro) e no Linux (sim, esta câmera funciona no Linux), o comando para desabilitar o auto exposure retorna um erro.

Existem outras câmeras que possuem o FPS fixo, e a possibilidade de desabilitar o recurso de exposição automática. Uma delas é a Philips SPC900NC, que possui 90fps, e é utilizada inclusive para observação astronômica.

Mas para quem ainda planeja adquirir esta webcam para uso trivial (videochat, conferência, youtube, etc…) pode ser uma boa opção. Por isto deixo aqui um review e algumas imagens da câmera.

Características:

  • A Webcam possui uma base/clip grande podendo ser apoiada na mesa ou então "clipada" na tela do notebook ou em uma tela de LCD.
  • Possui 4 leds brancos que auxiliam na iluminação do ambiente, ligados através de um interruptor localizado atrás da câmera.
  • Gira 360 graus horizontais em sua base.
  • Funciona em Windows e Linux.
  • O chip da webcam é um SUNPLUS SPCA2000A.
  • Acompanha software de efeitos especiais. Este programa se diz composto de +4000 efeitos especiais. Mas não se engane, este número é alcançado com combinações de efeitos. Por exemplo: olhos + cabelo + fundo + outros efeitos.
  •  Possui microfone embutido.
  • Conexão USB e P2 para o microfone.

 Caixa da Vtrex 120fps

Caixa da "Super Webcam Vtrex".

Conteúdo da caixa

Conteúdo da caixa: Webcam, manual e cd.

Webcam sobre a mesa  Webcam clipada no monitor

Webcam sobre a mesa e "clipada" no monitor LCD com os leds acesos.

Conectors USB e P2

Conectores USB e P2 do microfone.

Placa lógica e CHIP SUNPLUS

Placa lógica e chip SUNPLUS SPCA2000A.

AMCAP Windows 50fps

Funcionamento no Windows a 50.1 FPS em 640×480.

Funcionamento no Linux a 47 fps

Funcionamento no Linux a 47 FPS em 640×480.

Conclusão:

É uma boa câmera para videochat, conferência e pequenos vídeos, mas não serve para obter altos FPS a baixas luminosidades.

Continue lendo os comentários. Há mais informações sobre webcams e contribuições de usuários!

Atualização em 30/04/2010

Como este post teve bastantes comentários, fiz mais uns testes e coloquei alguns vídeos no Youtube, com o máximo de qualidade e velocidade que consegui.

VTrex em 640x480 a 50FPS

640×480 a 50fps. O máximo em qualidade e velocidade para vídeo

VTrex 320x240 a 120fps

A VTrex só atinge 120fps na resolução 320×240 e com muita iluminação

Video 640×480 a 50fps

Video 640×480 a 50fps com detalhes

Video 320×240 a 120fps #1

Video 320×240 a 120fps #2

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Troca da tela digitalizadora do Palm TX

28 de maio de 2009

Esta semana arrisquei: troquei a tela digitalizadora do meu Palm TX!

Há tempos a tela original do meu Palm estava apresentando o conhecido problema de calibragem. No começo consegui contornar o problema com o PowerDigi do Dmitry, mas com o tempo o problema foi se agravando e não tinha mais jeito. Só trocando a tela.

Algumas assistências técnicas de Palm trocam por uma tela digitalizadora de plástico genérica. Experimentei uma e não gostei, pois elas são flexíveis demais (afundam com a stylus) e criam bolhas de gel (ou óleo) entre as camadas, ficando com a aparência manchada.

Descobri em alguns fóruns que existe à venda telas digitalizadoras de vidro, e que seriam muito superiores em qualidade. A Palm no começo fabricava seus dispositivos com este tipo de tela, mas devido a vários acidentes (palm no bolso de trás da calça, etc), muitas telas acabavam se quebrando, então resolveram fazer uma tela de acrílico, mais difícil de quebrar.

Pois bem, após ler muito sobre a tal tela digitalizadora de vidro, instruções e vídeos de como trocá-la, acabei comprando uma do site Pda parts.

O produto chegou bem embalado, em uma caixa protegida com "bolinhas" de isopor.

Fiz a troca e me surpreendi. A tela possui uma qualidade incrível, e a sensibilidade com a stylus muito superior inclusive comparada à original. Aproveitei e a protegi com uma película antireflexiva. E aqui vai uma dica: Se a stylus não deslizar muito bem, passe uma camada bem fina de creme hidratante, e espalhe bem com um lenço seco.

Vou deixar os vídeos mostrando como abrir o Palm TX e como trocar a tela:

Não é necessário ser um técnico para fazer o reparo. Quem está acostumado a montar e desmontar o seu computador, consegue trocar a tela numa boa. A pior parte é manter longe os fiapos de pó que insistem em pousar no LDC e na tela antes de colocar a película.

 

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Análise do preço cobrado pelo SMS

17 de abril de 2009

Um dia desses eu estive pensando a respeito do valor cobrado pela mensagem SMS nos celulares, e resolvi fazer uma comparação com o valor cobrado por um plano de pacote de dados.

Após fazer os cálculos, chegamos à conclusão que o valor de R$0,30 cobrado por uma mensagem de SMS é um absurdo! Eu posso estar viajando na maionese, e se alguém quiser opinar a respeito e provar o contrário, por favor, sinta-se à vontade.

Vamos aos cálculos: Cada mensagem de SMS suporta 160 caracteres, o que equivale a 160 bytes. Tendo: 160bytes = R$0,30, quando custa 1megabyte de SMS? Fazendo uma regra de 3 simples,

 

0,30 - 160 bytes -> 1 mensagem de SMS equivale a 160 Bytes
  x  -  1.048.576 bytes -> equivalente a 1 megabyte 

160x = 1.048.576 x 0,30
160x = 314.572,80
   x = 314.572,80 / 160
   x = 1.966,08

 

Ou seja, 1 megabyte de SMS custa o equivalente a R$1.966,5 Qual é o plano de pacote de dados que cobra um valor destes? Será que o valor de manutenção dos equipamentos envolvidos em um processo de SMS é tão alto? Comparando ainda com um pacote de dados, um pacote 3G de 1Gb custa em torno de R$90,00. 1GB de SMS custa o absurdo valor de R$2.013.265,92 (isto mesmo, dois milhões de reais). Repito, se alguém souber que estou equivocado, por favor deixe seu comentário.

Um abraço!

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Carregador usb de celular nokia feito em casa

1 de abril de 2009

Possuo um celular Nokia 5310 ExpressMusic, e uma das coisas que eu gostava nos celulares na Motorola que não tem nos Nokia é a possibilidade de carregar a bateria do celular plugando-o na USB do computador.

Procurando por uma alternativa na Internet, encontrei alguns sites mostrando como fazer um carregador de bateria de celular Nokia através da USB do computador, pois ambos carregador e USB liberam a mesma voltagem e amperagem. Um recarregador USB específico e original da Nokia custa em torno de R$60,00. Achei muito caro e resolvi fazer um recarregador.

Cabo usb eu já tinha uns sobrando em casa. Me faltava um carregador Nokia para pegar o plugue que conecta no celular. Por sorte, um dia uma colega do trabalho trouxe um carregador que o sobrinho tinha arrebentado o cabo sem querer(!).

Como ela conseguiu comprar um carregador sobressalente de um colega, fiquei com o carregador arrebentado.

Não vou explicar como se faz o cabo, mas indico o site onde eu me guiei, com instruções e imagens: http://www.mmcforums.net/forum/Home-Nokia-Usb-Charger-t14971.html

Uma particularidade: o celular não avisa quando está totalmente carregado, fica mostrando que está carregando indefinidamente. Eu utilizo somente em caso de emergência.

Obs.: Não me responsabilizo por qualquer dano que possa causar no celular.

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Programando para PalmOS no Linux utilizando o Eclipse

31 de março de 2009

Quando comecei a escrever este post, me perguntei: -Alguém ainda programa para PalmOs??

Não sei, mas descrevo aqui como construir um ambiente de programação para PalmOS no Linux amd64, utilizando o Eclipse. Encarei isto como um desafio, visto que a Access não dispobilizou um PODS para Linux, preferindo “emular” o compilador no windows utilizando o Cygwin (que barbaridade!).

Uma particularidade desta configuração é o fato da versão do Linux ser para processadores amd64. Como não existe prc-tools para amd64, devemos configurar um ambiente “chroot” para abrigar a versão 32bits do prc-tools e compilar os projetos. O ambiente de desenvolvimento permanece 64 bits, com o Eclipse e o Guikachu (criação dos forms).

Primeiro passo: Instalar o Eclipse.

Eu estou usando o Ganymede, versão 3.4, último disponível na data que baixei. Instale como preferir, baixando do site ou via ferramenta de instalação de pacotes da sua distribuição. Baixando pelo site é possível escolher a versão já configurada para programação C/C++ (CDT). Se instalar pelo instalador de pacotes da distribuição, é necessário instalar o ambiente CDT através da opção Software Update no menu Help do Eclipse.

Segundo Passo: Instalar o Guikachu

O Guikachu (http://gergo.erdi.hu/projects/guikachu/) é um programa para criação de formulários (interface visual) das aplicações para PalmOS. Como não encontrei uma versão compilada da minha distribuição (Debian Lenny), baixei os fontes da versão 1.5.11, descompactei e compilei (./configure –prefix=/usr, make, make install). Nesta parte encontrei uma dificuldade que descrevi no post Erros de compilação ao utilizar o gcc-4.3.

Terceiro Passo: Configurar o ambiente chroot 32 bits

Como descrevi no início do post, não encontrei uma versão do prc-tools para 64bits, então tive que configurar um ambiente chroot 32bits para poder compilar os projetos. A solução para este problema eu encontrei no artigo Solution to prc-tools on AMD64 and other 64-bit machines. Não vou descrever todo o processo, mas coloco os comandos para criar o ambiente. Para quem já tem um ambiente chroot, pule direto para a instalação do prc-tools.

#apt-get install chroot schroot
#chroot /var/chroot/debian_32/

dentro do ambiente chroot:

#vi /etc/apt/sources.list

alterar a linha:

deb http://ftp.debian.org/debian/ sarge main

para

deb http://ftp.debian.org/debian/ sarge main contrib non-free

atualizar a fonte de pacotes

#apt-get update

instalar o prc-tools:

#apt-get install apt-file prc-tools pilrc

Poderão aparecer algumas mensagens relacionadas ao Locale. Para corrigir isto, edite o .bashrc do root, inserindo a linha:

export LC_ALL=C

Feito isto, podemos executar um comando 32bits a partir do ambiente 64bits, utilizando o comando schroot:

#schroot -c debian_32 -p /usr/bin/file /bin/bash

É assim que o projeto será compilado dentro do chroot a partir do Eclipse. Veremos como mais adiante, com a criação de um arquivo Makefile.

Eu precisei configurar o schroot para permitir que o meu usuário acessasse o ambiente chroot. Edite o arquivo /etc/schroot/schroot.conf e inclua as linhas:

[debian_32]
description=Debian sarge 32bits (stable)
location=/var/chroot/debian_32bit
priority=2
#groups=sbuild
users=gerson #coloque seu usuario aqui
root-users=gerson #coloque seu usuario aqui
aliases=stable

Quarto Passo: Instalar o PalmOS SDK do site da Access Developer Network

Baixe o SDK deste link (é necessário registrar-se). Baixe os seguintes arquivos:

- Garnet OS SDK (68K) R3 PRC tools Generic UNIX

- Garnet OS 68K API SDK (Fall 2004 Update). Este segundo deve ser copiado por cima do arquivo anterior (após descompactá-los, claro). Importante: este arquivo possui como final de linha <CR><LF>, causando problemas ao compilar. É necessário converter os arquivos para <LF>, com o seguinte comando:

#find . -type f -exec dos2unix {} \;

(O programa dos2unix faz parte do pacote sysutils;)

Coloque o SDK em uma pasta dentro do ambiente chroot. Ex.: /var/chroot/debian_32/var/PalmOS_SDK. Dê as permissões necessárias para que todos os usuários possam ler os arquivos:

#chmod o+r -R /var/chroot/debian_32/var/PalmOS_SDK

Entre no ambiente chroot:

chroot /dev/chroot/debian_32

prepare o ambiente de compilação:

#palmdev-prep /var/PalmOS_sdk/

saia do ambiente chroot:

#exit

Quinto Passo: Configurando o Eclipse

O workspace do eclipse deve ficar em uma pasta visível pelo chroot debian_32. No meu caso, o workspace está em /var/chroot/debian_32/home/gerson/workspace.

Como projeto exemplo, HelloDiesel, criei uma organização de pastas da seguinte maneira:

hellodiesel

A pasta includes aparece após configurar o projeto: Botão direito do mouse no nome do projeto -> Properties -> C/C++ General -> Paths and Symbols -> aba Includes -> botão Add -> inserir o caminho /var/chroot/debian_32bit/var/PalmOS_sdk/sdk-5r4/include, marcar todas as caixas de opção -> Ok -> Ok. Observe que tenho uma pasta sdk-5r4 abaixo da pasta palmOS_SDK. Ajuste na sua configuração.

Sexto passo: O arquivo Makefile

Esse é o cara que irá chamar o compilador dentro do chroot 32bits a partir do ambiente 64 bits. De barbada coloco aqui o Makefile inteiro:

SCHROOT = schroot -c debian_32 -d /home/gerson/workspace/HelloDiesel --
SCHROOT_BUILD = schroot -c debian_32 -d /home/gerson/workspace/HelloDiesel/build --
PROGNAME = AppMain
APPNAME = 'Hello Diesel'
RESOURCES = src/AppResources
APPID = GHDx
OBJS = build/$(PROGNAME).o
#FLAGS = -O2 -Wunused -Wall -palmos3.1
FLAGS = -O2 -Wunused -Wall

all: clean resources grc
$(SCHROOT) build-prc dist/$(PROGNAME).prc $(APPNAME) $(APPID) build/*.grc \
                                                    build/resources/*.bin

grc:
$(SCHROOT) m68k-palmos-gcc $(FLAGS) -c src/$(PROGNAME).c -o $(OBJS)
$(SCHROOT) m68k-palmos-gcc $(FLAGS) $(OBJS) -o build/$(PROGNAME)
$(SCHROOT_BUILD) m68k-palmos-obj-res $(PROGNAME)

resources: forms
pilrc -H src/AppResources.h rsc/$(PROGNAME).rcp build/resources/

forms:
guikachu2rcp rsc/$(PROGNAME).guikachu

clean:
rm -f build/*.[oa]
rm -f build/*.bin
rm -f build/*.grc
rm -f src/*~
rm -f build/$(PROGNAME)
rm -f dist/*
rm -f rsc/*.rcp
rm -f build/resources/*

Após compilar, o arquivo .prc deve aparecer na pasta DIST. Aí é só sincronizar e testar no Palm.

Opção:  Testar em emulador/simulador

Caso queira testar a aplicação em um emulador ou simulador, pode-se utilizar o POSE (Palm OS Emulator), ou então utilizar o PalmOS Simulator através do wine e utilizar a rom do TX disponível pela web.

Conclusão

Acho que com o fim anunciado do PalmOS, a Access não irá liberar uma versão do PODS para Linux. Além do mais, muitos programadores já estão correndo atrás de um SDK para o WebOS, novo sistema da Palm/Access.

Contudo, para aqueles que ainda desejam programar para o PalmOS (que acredito que levará um tempo para se “dissolver”) no Linux, fica aí este guia para construir um ambiente de programação.

Abraços e até a próxima.

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Gerson Diesel Geral, Linux, Palm , , , ,

PODS (Palm OS Developer Suite) no Linux

28 de março de 2009

Quando eu quis começar a programar para PalmOS, me deparei com um problema: Todos os kits de desenvolvimento RAD (Rapid Aplication Development) para PalmOs eram para Windows. Não encontrei nenhum para Linux.

Quando eu baixei o PODS (Palm Os Developer Suite) do site da Access (atual desenvolvedora da Palm), vi que o mesmo era baseado no Eclipse para windows, e que utilizava as ferramentas de compilação dentro do Cygwin. A Access comunicava em seu site que um dia iria disponibilizar o PODS para Linux. Fiquei esperando e nada. E com o fim anunciado do PalmOs, acho que nem vão lançar mais.

Então eu pensei: Caramba! Se o Eclipse para Windows e Linux são o mesmo (com uma compilação própria para cada sistema, claro), e o PODS utiliza o Cygwin para rodar o compilador de .prc, então não deve ser muito difícil fazer um PODS para Linux.

O PODS não é nada mais que o prc-tools do Linux rodando no Cygwin, utilizando o Eclipse 3.0.1 com CDT com alguns wizards para criação de aplicações e o SDK para PalmOs também disponível no site da Access.

Para criar um “PODS” para Linux não é muito difícil. Deve-se ter o Eclipse instalado com CDT, baixar o PalmOS SDK do site da Access (deve-se estar registrado no Access Developer Netword) e instalar o prc-tools. Para criação das “telas”, recomendo utilizar o Guikachu, e instalar o pilrc da distribuição (como uso Debian - apt-get install pilrc) para compilar os “resources”.

Não lembro exatamente todos os passos para configurar esta ambiente, pois faz alguns meses que o preparei (quem mandou não anotar), mas como estou refazendo o ambiente novamente, em outro post faço um passo-a-passo para configurar um “PODS” no linux.

Um abraço e até o próximo

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Erros de compilação ao utilizar o gcc-4.3

28 de março de 2009

Enquanto eu estava tentando compilar o aplicativo Guikachu para a criação de interface gráfica do PalmOS no Linux, me deparei com uma série de erros de compilação. Procurando no Google, descobri que os erros ocorriam por causa da versão 4.3 do gcc, que passou a exigira inclusão da cláusula #include de algumas bibliotecas nos arquivos, exigência esta que não existia nas versões anteriores do gcc.

Para facilitar, coloco aqui alguns erros de compilação e qual a cláusula #include que deve ser inserida no arquivo.

togglebutton.h:64: error: ISO C++ forbids declaration of ‘auto_ptr’ with no type
togglebutton.h:64: error: invalid use of ‘::’
togglebutton.h:64: error: expected ‘;’ before ‘<’ token

#include <memory>

error: ‘memcpy’ was not declared in this scope
#include <cstring>

error: ‘strerror’ was not declared in this scope

#include <string>

error: 'transform' is not a member of 'std'

#include <algorithm>

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